O Paraná precisa de um projeto que diga para onde o Estado quer caminhar, defende o professor Gilmar Lourenço. "A partir
daí, o governo precisa definir o papel que cada agente econômico vai desempenhar nesse processo", diz. Ele também defende
a flexibilização do governo para identificar qual sistema é mais eficiente para cada um dos modais, se público ou privado.
"A Copel é reconhecidamente uma empresa eficiente e deve ficar nas mãos do estado. Já o setor de telecomunicações, no final
da década passada, apresentou uma série de indicativos de saturação do sistema. As privatizações, ao criarem um ambiente concorrencial,
melhoraram o quadro", avalia. Para o economista técnico do Dieese, Cid Cordeiro, é preciso fazer uma análise da política industrial
nacional e a partir daí buscar janelas de oportunidade para as indústrias paranaenses.
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