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da política, ampliação do debate democrático e alternativas de desenvolvimento.
Comentário:Já que o prtal é democratico,vou fazer alguns comentarios a respeito do supersimoles que de simples nao tem nada.É um absurdo
chamar esta lei de supersimples,acho que os nobres governantes,antes de criar uma lei desta vivesse pelo menos 15 dias dentro
de um escritorio contabil para saber de fato os problemas que as micro e pequenas empresa vive,este supersimples é de fato
um valo de troia é esperar para ver.
Comentário:Parece que o POPULISMO viceja nesses campos férteis da ignorãncia. Nem estou falando da ignorância das pessoas que não tiveram
condições de frequentar a escola. Talvez essa parte da população até esteja protegida de ouvir as falácias da multiplicação
dos pães e dos peixes por milagre,tão apregoada pelos "intelectuais de esquerda". Os pães e peixes nos tempos atuais só se
multiplicam com trabalho e poupança; idéias e não ideologia; ações de apoio ao desenvolvimento das pessoas e não de dependência
financeira,podem levar nosso país a tempos melhores.
Fiquei decepcionado com a campanha política que pretendia se opor a este governo.Os opositores deveriam ter defendido com
veemência as benesses das privatizações. Exemplos temos muitos: no Brasil, no Chile na Colômbia, isso só para falar dos nossos
vizinhos.As empresas privatizadas eliminariam uma grande fonte de corrupção e portanto de desperdício de recursos. Mas a grande
mentira dita por esse Brasil a fora é que essas empresas pertencem ao povo.
Precisamos divulgar de forma clara e contundente que uma boa parte dos problemas que nos afligem hoje podem ser eliminados
com a privatização de empresas ESTATAIS, sejam elas municipais, estaduais ou federais.
ir para o topoNome:Jair Devanir Ercoles
01/11/2006 11:39
Email:jairercoles@brturbo.com.br
Comentário:Sou contador, sou contra a reeleição municipal, estadual e federal porque sempre me decepcionei quando reelegi um governantes.
Acabei com a reeleição nao reelegendo ninguém nesta eleição, demiti o presidente da república porque mesmo dizendo que não
sabe e mesmo não sabendo é culpado e por mim foi condenado e demitido. E demiti o governador do paraná porque acho inadmissível
pela terceira vez governar o Paraná, sendo que tem tanta gente boa para isso, além de ser um mentiroso e arrogante. Tudo isso
com o poder do meu voto, que mesmo que a maioria dos eleitores não o fizeram, o que importa é o que eu penso e respeito a
idéia de cada um pois somente assim cresceremos.
Comentário:Em 1960, quando completava 18 anos, votei pela primeira vez para Presidente. Jânio Quadros foi eleito utilizando como símbolo
a "vassoura" para varrer a corrupção do país. Nesses 46 anos, sempre acompanhei com interesse e votei em todas as eleições.
Confesso nunca ter visto uma eleição tão suja, tão mediocre e tão mentirosa como a deste ano. Lula, que em 2002 foi ungido
pelos brasileiros como o Presidente da esperança, da mudança, do social, da ética na política, neste ano elege-se sob forte
suspeita de corrupção e com a desconfiança de quase metade do eleitorado. Para muitos destes, que não são políticos de carreira,
trabalham, pagam impostos e não dependem de emprego e nem de favores do governo, a eleição de Lula é um escárnio e humilha
as pessoas honestas que, indignadas, não se conformam em votar em candidatos suspeitos ou envolvidos em corrupção. Temos que
lutar para que nesses próximos 4 anos a política brasileira resgate os valores éticos que devem prevalecer na vida pública,
permitindo que pessoas honradas possam interessar-se em participar de tão importante atividade.
Comentário:Uma questão que tem sido explorada na atual eleição presidencial é a das privatizações das estatais.
O Presidente Lula não consegue se libertar do viés estatizante do comunismo e nessa concepção trata as privatizações feitas
no governo anterior como crime de lesa-pátria.
O tema, no debate eleitoral, tornou-se um tabu, onde Alckmin se diz vítima de terrorismo por parte de Lula, ao atribuir-lhe
a pecha de que vai privatizar Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Furnas, Correios, etc.
Não sei se estou desinformado, mas não percebo um debate honesto a respeito das privatizações, analisando prós e contras.
A bem da verdade, se confirmado o aparelhamento da administração pública, onde se incluem as estatais com seus cobiçados cargos
de Direitoria, Consultoria e Assessoria, as privatizações livraram o contribuinte brasileiro de um enorme peso, visto que
sempre aquelas empresas tinham problemas financeiros e deixavam a desejar em eficiência e competitividade.
Apenas para argumentar, vale lembar o fato de que se ainda fossem do governo, provavelmente o "valerioduto" teria atingido
dimensões inimagináveis.
Daí, a definição do tamanho do Estado Brasileiro deve ser precedida de ampla discussão, escoimada das paixões e dos oportunismos
eleitorais.
Pessoalmente, entendo que o Estado só deve participar de empresas comprovadamente estratégicas onde sua presença seja indispensável
em prol de maior justiça social e da segurança nacional.
Comentário:Tenho um espaço físico na periferia de curitiba - gostaria de utilizar este espaço, em benefício da comunidade.
1) fazer convênio com as universidades, para que os estudantes de direito prestem serviços jurídicos gratuíto, voluntário
à população carente.
2) criar uma cartilha dos direitos e deveres do cidadão.
3) E que alguns profissionais da área jurídica prestem serviços voluntário duas vezes por Mês na comunidade.
4) Emissão de documentos para o cidadão em convênio com o governo.
grato,
daniel
DANIELCASTELIANO@UOL.COM.BR
Comentário:Tenho em mãos o jornal "Estado de São Paulo" de hoje. Sou mineiro, mas, acima de tudo, sou brasileiro e amo meu país. Como
é possível um presidente da república descer tanto para tentar se reeleger, se for verdade uma das manchetes publicadas nesse
jornal, na página A6, do 1º Caderno: "LULA ORIENTA MINISTROS E ALIADOS A COLAR EM AÉCIO". Ora, essa forma de pressão e tentativa
de aliciamento traduz-se em desrespeito à lealdade que os companheiros de partido deveriam prezar. Evidente que tal iniciativa
partindo do Presidente Lula, só vem demonstrar a mesma índole utilizada pelo mensalão: aliciar adversários a qualquer preço.
Como se isso não bastasse, na mesma reportagem, o ex-Ministro Ciro Gomes, cuja incontinência verbal chega às raias da imbecilidade,
saiu-se com essa pérola: "O povo mineiro tem de impor uma derrota fragorosa ao Alckmin. São Paulo quer destruir Minas e o
Rio Grande do Sul para reinar". Como brasileiro e mineiro repudio tais colocações, pois São Paulo é reconhecidamente o carro-chefe
do Brasil e é lá que milhões de brasileiros, de todos os estados, conseguiram prosperar, sem discriminações ou preconceitos
idiotas como esse de Ciro Gomes. Nesse segundo turno estará em apreciação o caráter de Aécio Neves, que será tanto mais nobre
quanto for o seu empenho pela vitória de Alckmin em nosso Estado. Primeiro, por ser um candidato com 30 anos de vida pública,
sem mácula. Segundo, pela sua discrição, honestidade e competência no trato da coisa pública.
Comentário:A afirmação do Ministro Gilberto Gil tem que ser lida de duas maneiras: a primeira concordando com o seu pensamento, na medida
que que a prática da corrupção tem sido tolerada por grande parte do povo brasileiro.
Mas, através de uma leitura desapaixonada, suas declarações são lamentáveis, pois na administração pública a corrupção é intolerável
pelos males que causa à coletividade. Ali o que se rouba é o dinheiro de todos, muitos contribuindo com enorme sacrifício.
Além do mais, a corrupção é inimiga da competência e concorre para a má qualidade das obras públicas e dos serviços prestados
à população.
Assim, a posição de um Ministro do Governo Lula, tentando justificar os escândalos, mostra o seu descado pelos compromissos
anteriormente assumidos pelo próprio Presidente e por seu Partido em favor da ética e da moralidade administrativa.
Urge que alguém tome a iniciativa de educar a população, valorizar os bons políticos e combater os maus, expurgando-os da
vida pública. Ninguém melhor que o Presidente da República e seus Ministros para iniciarem essa cruzada de salvação nacional,
pensando, não na próxima eleição, mas nos nosso filhos, na nossa juventude.